10/02/2015

No Seminário Política de (Tele)comunicações, durante painel sobre a revisão do modelo, houve consenso entre os participantes de que um serviço de telecomunicações não precisa ser público para ter metas regulatórias. Isso já ocorre, por exemplo, no serviço de telefonia móvel celular que é prestado em regime privado. "Inclusive, no leilão da frequência de2,5 GHz, foiimposta às celulares compradoras das faixas a obrigação de cobertura rural, que seria uma meta da telefonia fixa que é o único serviço público", observou Rodrigo Abreu, presidente da TIM.

Com ele concordaram o presidente da Anatel, João Rezende, o presidente da Telefônica Vivo, Antonio Carlos .

Valente, e o ex-conselheiro da Anatel, José Leite Pereira Filho. A voz discordante veio da plateia. Marcello Miranda, do Clube de Engenharia do Rio de Janeiro, lembrou que faltava uma representação da sociedade civil no debate. Ele mencionou que várias entidades da sociedade lançaram, no ano passado, a campanha "Banda larga é um direito seu", que prega a universalização da banda larga e a prestação do serviço tanto em regime público quanto privado.

Fonte: Telelesíntese